SOU A BRUXA JADE FÊNIX

Uma bruxa de muito conhecimento, onde firmo meu respeito a todos os mestres da MAGIA.

Os segredos das BRUXAS estão dentro delas mesmas, e os registros dessa sabedoria estão nos Grimórios e Pergaminhos...

Mas entre...Vasculhe...Se gostar volte sempre!



BRUXA JADE FÊNIX

segunda-feira, 23 de maio de 2011

ALGUNS DOS MEUS MISTÉRIOS DE BRUXA - BRUXA JADE FÊNIX

"O tempo da fé cega passou e chegamos a época da fé inteligente e da obediência razoável, o tempo em que não acreditaremos somente em Deus, mas em que havemos de vê-lo nas suas obras, que são as formas exteriores do seu ente".

Eliphas Levi

Muito tempo se passou para que mais umas vez a humanidade pudesse perceber que a verdade não é previlégio de poucos. Comparem a verdade a um cristal que se quebrou, cada um pegou uma parte e quer acreditar que o seu pedaço é o mais bonito e o único.


Estamos muito cegos ainda, não queremos ver além do véu que cobre nossos olhos, já nos acostumamos a sofrer e a acreditar no Deus que pune seus filhos, no Deus que só possui direitos e não tem deveres.

"Devemos tudo a Deus e Deus nada nos deve."

Será????

Deus que é infinitamente maior que nós, contrai, ao pôr-nos no mundo uma dívida infinita.

Foi ele que criou o abismo da fraqueza humana, é ele que deve enchê-lo.

A tirania da igreja e de muitos fanáticos religiosos nos legou o fantasma de um Deus absurdo e covarde, distante e impiedoso, que sente prazer em ver o sofrimento eterno de sua criação.

Porém, o tempo da fé cega passou e um novo tempo se aproxima.

Sentimos isso a cada dia, e os que buscam a verdade já sentem que a nova era será de paz e sabedoria.

A Grande Mãe retorna e traz com ela a beleza da Deusa e a força da vida, presente em todos nós.

É o início de um novo tempo, o tempo da harmonia entre todas as forças vivas.

"O tempo do retorno da MAGIA...... as BRUXAS estão de volta !!!!"


O Mundo dos Sonhos não se trata de um mundo físico como o que nós
conhecemos , mas sim um reino compreendendo contos e pesadelos,
tecido no frágil tear das mentes adormecidas.
Cada ser humano viaja a essa dimensão quando adormece e cria dentro
de sua mente um submundo onírico que é a parte maior do reino
regido por Morpheus ( O Sonhar ) , ou Mundo dos Sonhos.
  Este Mundo é infinito em
extensão e paradoxalmente limitado em todos os seus lados.


Eu não poderia deixar de mencionar o motivo que me fez dedicar essa página a Morpheus, o Deus dos Sonhos para alguns e do Sono para outros. Um Deus que tem na sua essência todo o mistério que envolve a natureza de nossos sonhos e desejos.  Talvez o único que sempre manterá viva a chama de nossa existência, já que dependemos de sonhos para viver . E assim Morpheus permanecerá em nossa vida e após ela, pois, enquanto houver um sonho sequer ele viverá.

"Eles são seres que não são deuses, que existiam antes da  humanidade
sonhar  com deuses e existirão depois que o último deus estiver morto.
São sete seres que existem, por que, no fundo de nossos corações, sabemos
que eles existem. Eles são chamados 'Os Perpétuos'.
São eles: Destino, Morte, Sonho, Destruição, as gêmeas Desejo
e Desespero e Delírio, que já foi Deleite. "
Os Perpétuos são uma família de sete entes conceituais, descritos como
"idéias envoltas em algo semelhante à carne".
Eles existem porque seres vivos inteligentes sabem que eles existem.
Diversas religiões politeístas da Terra os consideravam como deuses.
Na Grécia antiga, por exemplo, viam Sonho como Morpheus, o Deus do Sono.
Mas os Perpétuos não são deuses, pois estes deixarão de existir quando seus
adoradores e aqueles que lembram deles morrerem, enquanto os sete
irmãos sobreviverão. Mas Perpétuos é uma denominação incorreta,
porque todos se originaram há muito tempo, e seis da família serão removidos
deste plano dimensional pelo sétimo, a Morte.
Os Sem-Fim (como também são conhecidos) vivem em seus próprios reinos
astrais, que não são lugares físicos, mas realidades criadas pela consciência de
seres vivos. Cada um deles possui um emblema e uma galeria, na qual existem
retratos dos sete. Mortais são capazes de perceber apenas aspectos dessas
entidades, uma vez que elas podem aparecer em diversas manifestações.
Se um Perpétuo for morto, ele poderá reaparecer vivo em outra forma de si
mesmo, possivelmente com uma personalidade ligeiramente mudada.
Um mortal percebe os Sem-Fim de acordo com sua própria formação
cultural, ou espécie. Porém, cada um dos Perpétuos, exceto Desejo,
apresenta-se sempre no mesmo aspecto sexual:
Morte como uma fêmea e Sonho como macho, por exemplo.

 

Sonho dos Perpétuos...
Este sim é um verdadeiro enigma.
Neste aspecto (e nós percebemos
somente detalhes dos Perpétuos como
enxergamos a luz através da
minúscula faceta de uma enorme e
impecavelmente lapidada pedra preciosa),
ele é magro e esguio, com pele
tão pálida quanto a neve que cai.
Sonho acumula nomes para si da
mesma forma que outros fazem amigos;
mas pouquíssimos são os que
recebem tal título.
  

Se existe alguém mais intimo
dele, esse alguém é sua irmã
mais velha, Morte, a quem,
mesmo assim,
vê muito raramente.
De todos os Perpétuos, exceto
Destino (quem sabe?), ele é o mais
consciente e meticuloso na
execução de suas responsabilidades.
Quando a conveniência
se faz necessária, Sonho projeta
uma sombra humana.

Dentre os muitos nomes a
ele atribuidos, podemos citar:
Sandman, Morpheus, Oneiros,
Moldador, Kai'Ckul e vários
outros em linguas já esquecidas.

"Quando você sonha, algumas vezes você se lembra.
Quando você acorda você sempre esquece." (Sonho).


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"É apenas isto: se você vai ser humano, tem um monte de coisas no pacote. Olhos, um coração,
dias e vida. Mas são os momentos que iluminam tudo. O tempo que vc não nota que está
passando... é isso que faz o resto valer.
(Morte dos Perpétuos)"

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"O grande momento da vida!"
Talvez este seja o melhor
modo de definir a irmã
mais velha de Morpheus.
Diferentemente do que se
esperava, ela não foi concebida
por Gaiman e Dringenberg
como uma figura sombria e fria,
um 'esqueleto com uma foice',
mas sim como uma bela garota,
que se veste como uma punk,
e que sempre nos passa muito
otimismo e alegria, apesar do
fardo que é o seu "trabalho".









Aliás, em se tratando deste
assunto, sem sombra de dúvida
seu irmão mais novo,  Sonho,
é muito mais mórbido e
melancólico que ela.

Ela traz sempre consigo seu
simbolo: o Ankh.
O Ankh é um simbolo muito antigo,
derivado da cultura egípcia.
Ele era encontrado sempre nos 
hieróglifos, sendo segurado pelas
divindades egípicias como se fosse uma
chave, o que nos remete ao seu
significado como "a chave dos
portões que separam a vida e a morte",
já que estes desenhos eram muito comuns
em pirâmides mortuárias dos faraós.
O Ankh é considerado um simbolo
de vida e fertilidade, o que torna ainda
mais irônico ser exatamente ele o
símbolo utilizado pela irmã mais velha.


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Ela não foi a primeira a vir...
mas será a última a partir.
"Quando a primeira coisa viva existiu,
eu estava lá esperando.... Quando a última
coisa viva morrer, meu trabalho estará
terminado... Então, eu colocarei as cadeiras
sobre as mesas, apagarei as luzes, e fecharei
as portas do universo, enquanto o deixo para trás...", disse ela a Sonho.
A cada século ela vive um dia entre nós.
"Uma vez, a cada cem anos, a Morte prova
o amargo sabor da mortalidade para 
compreender melhor sua missão.
Este é o preço por ser a divisora entre
todos os vivos que já foram e os que
ainda irão."  Estas são suas próprias
palavras sobre o assunto.
Morte acompanha a cada mortal duas
vezes  na vida: no nascimento, ela fala nos fala,  mas não lembramos o que
ela diz, não se sabe o porquê;  na morte, ela nos guia a descanço eterno


"Primeiro, não esiste uma pessoa que é a morte. Segundo, a Morte é um cara alto, de rosto
ossudo, que parece um monge esquelético, com foice, ampulheta, cavalo e se liga em jogar
xadrez com escandinavos. Terceiro, ele não existe. (Sexton Furnival)



"...eu vejo as coisas como são, foram e serão.
E ele foi o senhor das coisas que não foram e jamais serão.... (Destino)


Destino é o mais velho dos Perpétuos.
No princípio havia a Palavra, e ela foi
escrita à mão na primeira página de
seu livro, antes mesmo de
ser pronunciada.
Para os olhos mortais,
Destino é, também,
o mais alto dos Perpétuos.
Alguns crêem que ele seja cego,
enquanto outros, talvez mais
sabiamente, alegam que ele tenha viajado
além  da cegueira e que, na verdade,
não possa ver nada, exceto  - enxergar -
os finos traçados espirais das
galáxias no vazio, observando os
intricados padrões da vida em sua
jornada através do tempo.
Destino cheira a séculos e a pó,
um odor que não é desagradável,
e, em suas mãos, sempre traz um
livro, preso ao seu pulso.
Sua voz é como o farfalhar de velhos
pergaminhos numa biblioteca,
tarde da noite, quando as pessoas
foram para casa e os livros
começam a ler a si mesmos.
Ele caminha eternamente por seu
jardim, onde, sempre no ponto
em que ele se encontra, podem ser  vistas
várias trilhas por onde ele poderá
seguir, mas, sempre,
apenas uma por onde ele veio.
Ele não deixa pegadas.
Ele não projeta sombra.


"Destinações frequentemente são uma
surpresa ao destinado. (Thessaly)

 

Destruição

 
Também chamado de Terceiro irmão, permaneceu desaparecido por séculos até que foi encontrado por Sonho e Delírio morando em uma casa na Terra.
Destruição preparou uma série de armadilhas e defesas de forma que não fosse encontrado por sua família, embora guardasse todos os símbolos de outros irmãos em uma galeria pessoal (poderia convocá-los quando quisesse).
Após ser encontrado, optou por não mais voltar a sua família, tornando-se um andarilho dimensional sempre procurando algo novo a se ver e aprender. Atualmente não pode ser mais localizado, e não deseja mais isso.
Destruição sempre se apresenta com o aspecto de um homem alto e forte de cabelos cor-de-fogo, em tempos passados ele usava uma armadura reluzente.
Seu símbolo é a espada.
















"Seres humanos são criaturas de Desejo. Eles se torcem e dobram como eu exijo.
Se pensasse de outra forma, eu entraria em colapso, como delírio; ou abandonaria
meu reino, como nosso irmão perdido.
(Desejo dos Perpétuos)

Só há uma coisa pra se ver no reino
crepuscular de Desejo. É o que se chama
limiar, a fortaleza do Desejo.
Desejo sempre morou no limite.
O limiar é maior do que podemos imaginar.
É uma estátua de Desejo, ele ou ela própria.
(Desejo nunca se satisfez com um único sexo.
Ou apenas uma de qualquer coisa... Exceto,
talvez, o próprio limiar.)
O limiar é um retrato do Desejo, completo em
todos os detalhes, erguido, a partir de seus
caprichos, com sangue, carne, osso e pele.
E, como toda verdadeira cidadela desde o
início dos tempos, o limiar é habitado.
O lugar só tem um ocupante neste momento.
O Desejo dos Perpétuos.
O limiar é grande demais para apenas uma
pessoa. Contém dois tímpanos maiores que
uma dúzia de salões de baile. E veias vazias e
ressonantes como túneis. É possível andar
nelas até envelhecer e morrer sem passar
novamente pelo mesmo lugar.
Entretanto, dado o temperamento de Desejo,
só há um lugar em toda a catedral de
seu corpo que lhe serve como lar.
Desejo mora no coração.
 
É improvável que qualquer retrato consiga
fazer juz a Desejo, pois vê-la (ou vê-lo)
seria o mesmo que amá-lo (ou amá-la) -
apaixonadamente, dolorosamente,
até a exclusão de tudo o mais.
Desejo exala um perfume quase subliminar
de pêssegos no verão e projeta duas sombras:
uma negra e de nítidos contornos;
a outra sempre ondulante,
como neblina no calor.
Desejo sorri em breves lampejos, da
mesma forma que o brilho do Sol reluz no
gume de uma faca. E há muito, muito mais
do gume de uma faca na essência de Desejo.
Jamais a(o) possuída(o), sempre
o(a) possuidor(a), com pele tão
pálida quanto fumaça,
e olhos   aguçados  como vinho.
Desejo é tudo o que você
sempre quis. Quem quer que seja você.
O que quer que seja você.
Tudo.

Então Desejo sorri, e esquece, pois Desejo
é uma criatura de momento." (Casa de Bonecas)


"Sonhos. O que são sonhos? Sonhos são nada, irmão. Já tenho meu gancho no coração
dele. E o que há para se entender? Ele é mortal. Nada. (Desespero dos Perpétuos)

Desespero, irmã gêmea de Desejo,
é rainha de seu próprio domínio sombrio.
Diz-se que, dispersas pelo reino de Desespero,
há uma infinidade de pequenas janelas
penduradas no vazio.
A cada janela aberta uma cena diferente se
revela. Em nosso mundo, a vista é um espelho.
Assim, quando você fita seu próprio reflexo e
nota os olhos de Desespero sobre si, é fácil
senti-la agarrando e apertando seu coração.
Sua pele é fria e pegajosa.
Seus olhos são da cor do céu, naqueles
dias cinzas e úmidos que desbotam o
significado do mundo.
Sua voz vai pouco além de um sussurro.
E, embora ela não tenha odor, sua sombra é
almiscarada e pungente, tal qual a pele
de uma cobra. .
 Muitos anos atrás,
um certo dogma religioso que,
ainda hoje existe no
Afeganistão declarou-a uma deusa,
proclamando todos os recintos vazios
como seus locais sagrados.
A seita, cujos membros se
denominavam "Os Não-Perdoados",
persistiu por dois anos,
até que seu último adepto finalmente
se suicidou, após ter sobrevivido
aos outros membros por
quase sete meses.
Desespero diz pouco, mas é paciente.










"Não ria de mim, Desejo. Não brinque comigo. Eu sei o que você está insinuando.
Mas também sei coisas que nenhum de vocês sabe. Sei muitas coisas.
Coisas sobre nós que, coisas que nem Destino sabe.Entendeu???"
(Delírio dos Perpétuos)

Delírio é a mais jovem dos Perpétuos.
Ela cheira a suor, vinho azedo,
noites tardias e couro velho.
Seu reino é próximo, e pode ser
facilmente visitado. As mentes humanas, porém, não foram feitas para
compreender seu domínio, e os poucos
que viajaram até ele conseguiram
relatar apenas fragmentos perdidos.
Sua aparência, um amontoado de
idéias vestidas no semblante da carne,
é a mais variável de todos os Perpétuos.
A forma e o contorno de sua sombra
não têm relação com a de nenhum
corpo que esteja usando.
Ela é tangível como veludo gasto.
Delírio tende a se tornar borboletas
ou peixes dourados, agora e sempre.
Alguns dizem que a grande frustração
de Delírio é saber que, apesar de ser
mais velha que as estrelas e mais antiga
que os deuses, ela continua sendo,
eternamente, a mais jovem da família,
pois os Perpétuos não medem tempo
como nós nem vêem mundos através
de olhos mortais.








O poeta Coleridge afirmou tê-la
conhecido intimamente, mas o sujeito
não passava de um mentiroso inveterado.
Portanto, devemos duvidar de
cada palavra sua.
Um dia, Delíriotambém foi Deleite.
E, embora isso tenha sido há muito
tempo, ainda hoje seus olhos têm
matizes diferentes: um é verde-esmeralda
bem vivo, salpicado de pontos prateados;
o outro é do mesmo azul que esconde
sangue dentro de veias mortais. Ela vê
o mundo de seu própria e única visão.
Os Perpétuos acreditam que apenas
Delírio sabe porquê ela mudou.
Jacques DeMolay

Jacques DeMolay

Penso verdadeiramente" — proferiu ele, "Que neste solene momento eu deva proferir toda a verdade. Ante o céu e a terra, e com todos vocês aqui como minha testemunha, eu admito que sou culpado da mais grotesca das iniquidades. Mas essa iniquidade foi eu ter mentido ao ter admitido as grotescas acusações emitidas contra a Ordem. Declaro que a Ordem está inocente. A sua pureza e santidade estão acima de qualquer suspeita. Eu admiti de facto que a Ordem era culpada. Mas unicamente assim agi para evitar contra mim as terríveis torturas — A vida foi-me oferecida, mas pelo preço da infâmia. Por este preço, a vida não vale a pena ser vivida."



TODA BRUXA TEM SEUS MISTÉRIOS...
EU TENHO OS MEUS MISTÉRIOS BEM GUARDADOS EM MEU GRIMÓRIO MENTAL.
ONDE USO COMO BÚSSULA PARA MINHAS ATITUDES!
Bruxa Jade Fênix



@@GRIMÓRIO DA BRUXA JADE FÊNIX



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