SOU A BRUXA JADE FÊNIX

Uma bruxa de muito conhecimento, onde firmo meu respeito a todos os mestres da MAGIA.

Os segredos das BRUXAS estão dentro delas mesmas, e os registros dessa sabedoria estão nos Grimórios e Pergaminhos...

Mas entre...Vasculhe...Se gostar volte sempre!



BRUXA JADE FÊNIX

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A MAGIA NOS NOSSOS DIAS E O LIVRO DAS SOMBRAS!

A MAGIA NOS NOSSOS DIAS E O LIVRO DAS SOMBRAS!
Crowley não é o único mago cuja vida e obra tenham suscitado um crescente interesse
nos nossos dias. Os Pergaminhos Voadores do Amanhecer Dourado se editaram sob o título
Projeção Astral, Magia e Alquimia; está a ponto de ser publicada uma biografia de
MacGregor Mathers; e nos Estados Unidos foram publicados os rituais e instruções mágicas
de Mathers com o título The Golden Dawn, editado por F.I. Regardie.
Na sua juventude, Regardie atuou como secretário sem salário de Crowley;
Na atualidade é um distinguido praticante de medicina alternativa, cuja técnica combina os
métodos de manipulação da quiroprática ( um sistema semelhante à osteopatia) com a
vegetoterapia de Wilhelm Reich e certos exercícios de relaxação derivados das práticas da
ordem do Amanhecer Dourado.
Esta estranha amalgama que Regardie pratica na Califórnia é um bom exemplo da atitude eclética
da maioria dos magos norte-americanos atuais, que adotaram os métodos básicos de
MacGregor Mathers combinando-os com elementos extraídos de outras disciplinas como o tantra,
o taoísmo e sobretudo, a bruxaria contemporânea, cujas atividades aparecem ilustradas em todos
os jornais modernos.
Não deixa de ser paradóxico que os magos tenham procurado inspiração na bruxaria moderna pois
apesar de que os devotos deste culto afirmem insistentemente que a sua fé é a antiga religião
da idade da pedra, parece inquestionável que quase todas as variedades de bruxaria contemporânea
se originasse em tempos modernos, como resultado das atividades de um homem concreto,
o defunto Gerald Gardner, cuja suposta bruxaria consistia principalmente em elementos
extraídos da magia ritual.
Gardner assegurava que a bruxaria da Idade Média representava os resíduos sobreviventes de um
antigo culto da fertilidade, idéia que encontrou em A Bruxaria na Europa Ocidental (1921)
e outras obras de Margaret Murray.
Segundo ele, este culto teria sobrevivido até a época atual e ele próprio teria sido autorizado
a fazer certas revelações sobre o tema, e inclusive a iniciar indivíduos escolhidos.
Gardner executou estas iniciações:
Três simples cerimônias nas quais se conferem Três graus sucessivos de bruxaria entre
1950 e 1964, ano de seu falecimento.
Os Bruxos iniciados recebiam O LIVRO DAS SOMBRAS, um texto muito antigo, segundo Gardner,
mas de cuja origem moderna não existem dúvidas, dado que inclui uma versão modificada de um
poema de Kilpling, longos extratos da missa gnóstica de Crowley e o Livro da Lei,
e elementos tomados de Aradita, de Leland , uma obra do século XIX que trata da sobrevivência
de ritos pagãos e gnósticos em Toscana.
Por regra geral, os bruxos e bruxas britânicas encontram no Livro das Sombras de Gardner toda
a magia que poderíamos desejar, embora uns poucos foram incorporando gradualmente elementos
de magia ritual nos seus ensinamentos e cerimônias.
Na América do Norte, este processo foi mais acentuado, e são muitas as congregações que vão se
convertendo em autênticas fraternidades mágicas.
Por exemplo, a ordem (reconstruída) do Amanhecer Dourado, formada na costa oeste, e as
Bruxas Tradicionais Galesas, de Nova York, elaboraram complicadas sínteses de bruxaria
gardneriana, paganismo celta e magia ritual.
Estes magos levam muito a sério a sua tradição, mas consideram que se está viva, a mesma deve
ser capaz de absorver qualquer novidade compatível com ela;
por exemplo asseguram que se verdadeiramente existe a (energia orgônica) de Reich, se trataria
de algo semelhante à Luz Astral de Eliphas Lévi, e tudo o que as teorias de Reich tenham de
valioso deveria ser incorporado à tradição.
Do mesmo modo, se existem elementos do taoísmo compatíveis com a tradição ocidental
o I Ching, por exemplo, a tradição deve assimilá-los.
Esta falta de preconceitos, esta predisposição para aceitar o desenvolvimento e as idéias novas,
esta rejeição a qualquer forma de envelhecimento que apresente a tradição como a única verdade
e a única via para a liberação espiritual, auguram um bom futuro ao ressurgimento mágico no
Ocidente.


## MATERIAL PARA ESTUDO

&&&  LIVRO DAS SOMBRAS DA BRUXA JADE FÊNIX

Feitiços, o que são? Para que Servem?

 

 

Feitiços, o que são?

Os feitiços são nada mais palavras que, com certo poder em sua pronuncia e bom manuseamento da varinha, são capazes de grandes e poderosos feitos. Todos, sem exceção, vem sendo usados pela comunidade bruxa desde o começo da vida. Dos mais pequenos e frágeis seres aos mais grandes e poderosos, todos vêm sendo utilizados para a comodidade do dia a dia de um bruxo, tanto para a criação e alegria, quanto para a destruição e tristeza. A história dos feitiços é incerta, não se sabe por onde ou por quem tudo começou, ou por onde ou por quem irá tudo se acabar. Os feitiços possuem um certo mistério dentro de si, ainda não desvendado pelos bruxos, que podem trazer grandes surpresas para a humanidade.

Para que Servem?

Os feitiços servem para fazer qualquer coisa que um bruxo quer, porém é claro, dentro de um certo limite. Existem feitiços para curar, destruir, embelezar, reconstituir, proteger, confundir, irritar, conjurar, deformar, queimar, limpar, ampliar, reduzir, alegrar, levitar, transfigurar, expulsar, torturar, controlar, matar... Tudo quanto um bruxo pode imaginar pode ser feito por uma pequena varinha de condão e uma simples palavra.

Os feitiços comuns.

Os feitiços são muitas vezes classificados. Os abaixo descritos são os feitiços comuns, que não servem para o uso especial e/ou incomum.
A
Accio: Atrai alguma coisa para quem o executa. Basta apontar para o objeto desejado ou pronuncia o feitiço e após isso falar o nome do objeto.
Alorromora: Serve para abrir fechaduras trancadas por magia ou normalmente.
Amuser Incantatem: Feitiço para Animar. Usado para deixar as pessoas felizes.
Aparecium: Torna tinta invisível em visível.
Avis: Faz com que apareçam aves da ponta da varinha.

C
Cabeça-de-bolha: Protege a cabeça de quem o realiza com uma bolha de ar.
Conjunctivitus Curse: Irrita os olhos da pessoa atingida.
Couprad: Feitiço para Corte. Corta algo desejado.

D
Deletrius: Desativa o Prior Incantato.
Densaugeo: Faz os dentes da pessoa atingida crescerem.
Diffindo: Serve para abrir coisas.

E
Encèndre: Feitiço para Congelar Chamas. Torna chamas de fogo em agradáveis e frescas.
Engorgio: Feitiço para aumentar o tamanho de objetos.
Enervate: Recupera a consciência da pessoa onde o feitiço Estupore foi executado.
Estqu'il: Feitiço de Limpeza.Utilizado para limpar coisas pequenas.
Estupore/Estupefaça: Mantém o alvo inconsciente.
Éteignez: Feitiço de Extinção. Serve para acalmar dragões.
Expecto Patronum: Conjura uma entidade mágica que serve como proteção contra Dementadores.
Expelliarmus: Solta uma luz vermelha que ao atingir o adversário faz sua varinha voar de sua mão.

F
Félie Petrifes: Tortura Transmogrifiana. Causa morte a um ser, petrificando-o. Não permitido.
Férula: Conjura ataduras.
Fictus Lamarèn: Com um certo "ritual" conjura uma fantasia.
Finite Incantatem: Acaba com o efeito de um feitiço.
F'ondumen: Feitiço para Confundir. Serve para tornar alguma pessoa ou objeto confuso.
Furnunculus: Faz aparecerem furúnculos na pessoa atingida.

H
Hagesse: Feitiço de Anti-cola. Faz com que não sejam permitidas colas no momento das provas no Expresso da Magia.
Homorfo: Feitiço para combater lobisomens.

I
Impedimenta: Pára ou derruba um objeto.
Impervious: Utilizado para repelir água.
Incendio: Faz com que se crie fogo.

L
Librecier: Feitiço Anti-trouxa. Não permite que algum trouxa chegue perto de um local ou objeto desejado.
Locomotor Mortis: Paralisa as pernas do oponente.
Lumos: Faz com que apareça um foco de luz na ponta da varinha.
Lumos Sólen: Faz com que um feixe de luz apareça da varinha e ilumine o local indicado.

M
Mobili'algo': Move o objeto ou ser pedido. Para executá-lo deve trocar o 'algo' por uma palavra em latim.

N Nox: Apaga a luz dos feitiços Lumos e Lumos Sólen.

O
Obliviate: Modifica ou apaga uma porção da memória da pessoa atingida. Quem o faz é chamado de Obliviador.
Orchideus: Conjura um buquê de flores na ponta da varinha.

P
Parution: Feitiço Expulsório. Manda para longe o objeto que a pessoa atingida está segurando.
Petrificus Totalus: Deixa o corpo do alvo atingido endurecido.

Q
Quietus: Faz a voz voltar ao normal, caso esteja sobre efeito do Sonorus.

R
Reducio: Faz um objeto voltar ao seu tamanho normal, caso esteja sobre efeito do Engorgio.
Relaxo: Solta faíscas. Debaixo d'água solta um jato de água fervente.
Reparo: Usado para consertar objetos quebrados recentemente.
Rictusempra: O atingido começa a rir incontrolavelmente.
Riddikulus: Usado contra o bicho-papão, fazendo-o ficar, obrigatoriamente, com uma aparência engraçada.

S
Serpensortia: Uma serpente sai da ponta da varinha.
Sonorus: Faz a voz ficar mais alta.

T
Tarantallegra: A vítima começa a dançar sem conseguir parar.
Triplèsang: Conjura duas entidades semelhantes a você, por um determinado tempo.

V
Vingardium Leviosa: Faz o objeto, com um movimento da varinha, levitar.

W
Waddiwasi: Usado para atirar coisas.

Feitiços especiais

Abaixo está uma lista de feitiços que servem para um ato diferente em relação aos demais.
F
Fidélius: Esconde algum segredo. É executado quando a pessoa que o executa escolhe o "Fiel do Segredo", assim o segredo só será descoberto quando o Fiel o revelar.

M
Masmordre: Conjura a Marca Negra, símbolo de Lord Voldemort. Um crânio gigantesco composto por letras de esmeralda e de sua boca sai uma cobra, formando sua língua. Quem o executa, em muitos casos, é levado a Azkaban, a Prisão dos Bruxos, por este ser a prova de ser um Comensal da Morte.

P
Prior Incantato: Revela o último feitiço feito pela varinha, fazendo uma espécie de fantasma do feitiço.

As Maldições Imperdoáveis

Abaixo estão as Maldições Imperdoáveis, os feitiços proibidos. Quem os executa é levado para Azkaban, a Prisão dos Bruxos.
Avada Kedavra: A Maldição da Morte. Emite uma luz verde, que mata instantaneamente o atingido. Este feitiço só faz o efeito esperado caso o bruxo que o praticou tenha um grande poder mágico, sendo precisamente um adulto.
Crucio: Maldição Cruciatus. Causa uma dor insuportável, fazendo a pessoa se contorcer.
Imperio: Maldição Imperius. Oferece total controle sobre a vítima a quem o executa.
Morsmordre: Faz aparecer a Marca Negra, é usada pelos Comensais da Morte.

Latim, a linguagem dos bruxos

A maioria dos feitiços possuem um significado traduzindo para o português, sendo que estão em latim. Abaixo está uma lista de alguns feitiços e seus significados.
A
Accio: Do latim accio, "chamar", "convocar".
Alorromora: Feitiço que abre portas trancadas
Aparecium: Do latim appareo, "tornar-se visível", "aparecer".
Avis: Sai um monte de aves da ponta da varinha

C
Conjunctivitus Curse: Do latim conniugo, "reunir", "ligar".
Crucio: Do latim crucio, "tortura", "suplício".

D
Deletrius: Do latim deleo, "deletar", "apagar", "destruir".
Densaugeo: Do latim denso, "engrossar".
Diffindo: Do latim diffindo, "separar", "dividir".
Dissendium: Do latim dissiedo, "ser separado".

E
Enervate: Do inglês enervate; do latim enervo, "enfraquecer".
Expecto Patronum: Do latim expecto, "expelir"; e patronus, "guardião", "protetor".
Expelliarmus: Do latim expello, "expelir", "soltar"; e arma, "arma".

F
Fidélius: Do latim fidelus, "fiel", "confiável", "digno de confiança".
Finite Incantatem: Do latim finite, "fim"; e incantatem, "palavra mágica", "feitiço", "encantamento".

I
Impedimenta: Do latim impedimentum, "impedimento", "obstáculo".
Imperio: Do latim impero, "ordem", "comando".
Incendio: Do latim incendia, "fogo".

O
Obliviate: Do latim oblivio, "esquecer".

P
Petrificus Totalus: Do latim petra, "pedra".
Prior Incantatem: Do latim prior, "prévio", e incantatem, "palavra mágica", "feitiço", "encantamento".

R
Reducio: Usado para desinchar um ser.
Reducto: Usado para destruir objetos sólidos
Rictusempra: Do latim rictus, "uma risada", "sorriso".
Riddikulus: Do latim ridiculus, "ridículo", "engraçado".
Relaxo: Derrota Grindylows.
Reparo: Do latim reparare, "consertar".

S
Serpensortia: Uma cobra sai da ponta da varinha.
Sonorus: Usado para aumentar a voz de quem o solta.

T
Tarantallegra: O adversário começa a dançar e não consegue parar.

W
Wirgardium Leviosa: Do latim levis, "leve".
Waddiwasi: Usado para atirar coisas

Lembre sempre desses feitiços rapidos e simples

Sonorus: Aumenta a voz.
Quiétos: O contra feitiço do Sonorus.
Lumos: Acende uma luz na ponta da varinha.
Nóx: Apaga o Lumos
Alorromora: Abre portas.
Colloportus: Fecha portas.



## MATERIAL PARA ESTUDO



&&&&& PERGAMINHO ANTIGO DA BRUXA JADE FÊNIX&&&&&



@@ GRIMÓRIO DA BRUXA JADE FÊNIX

ALGUNS DOS MEUS MISTÉRIOS DE BRUXA - BRUXA JADE FÊNIX

"O tempo da fé cega passou e chegamos a época da fé inteligente e da obediência razoável, o tempo em que não acreditaremos somente em Deus, mas em que havemos de vê-lo nas suas obras, que são as formas exteriores do seu ente".

Eliphas Levi

Muito tempo se passou para que mais umas vez a humanidade pudesse perceber que a verdade não é previlégio de poucos. Comparem a verdade a um cristal que se quebrou, cada um pegou uma parte e quer acreditar que o seu pedaço é o mais bonito e o único.


Estamos muito cegos ainda, não queremos ver além do véu que cobre nossos olhos, já nos acostumamos a sofrer e a acreditar no Deus que pune seus filhos, no Deus que só possui direitos e não tem deveres.

"Devemos tudo a Deus e Deus nada nos deve."

Será????

Deus que é infinitamente maior que nós, contrai, ao pôr-nos no mundo uma dívida infinita.

Foi ele que criou o abismo da fraqueza humana, é ele que deve enchê-lo.

A tirania da igreja e de muitos fanáticos religiosos nos legou o fantasma de um Deus absurdo e covarde, distante e impiedoso, que sente prazer em ver o sofrimento eterno de sua criação.

Porém, o tempo da fé cega passou e um novo tempo se aproxima.

Sentimos isso a cada dia, e os que buscam a verdade já sentem que a nova era será de paz e sabedoria.

A Grande Mãe retorna e traz com ela a beleza da Deusa e a força da vida, presente em todos nós.

É o início de um novo tempo, o tempo da harmonia entre todas as forças vivas.

"O tempo do retorno da MAGIA...... as BRUXAS estão de volta !!!!"


O Mundo dos Sonhos não se trata de um mundo físico como o que nós
conhecemos , mas sim um reino compreendendo contos e pesadelos,
tecido no frágil tear das mentes adormecidas.
Cada ser humano viaja a essa dimensão quando adormece e cria dentro
de sua mente um submundo onírico que é a parte maior do reino
regido por Morpheus ( O Sonhar ) , ou Mundo dos Sonhos.
  Este Mundo é infinito em
extensão e paradoxalmente limitado em todos os seus lados.


Eu não poderia deixar de mencionar o motivo que me fez dedicar essa página a Morpheus, o Deus dos Sonhos para alguns e do Sono para outros. Um Deus que tem na sua essência todo o mistério que envolve a natureza de nossos sonhos e desejos.  Talvez o único que sempre manterá viva a chama de nossa existência, já que dependemos de sonhos para viver . E assim Morpheus permanecerá em nossa vida e após ela, pois, enquanto houver um sonho sequer ele viverá.

"Eles são seres que não são deuses, que existiam antes da  humanidade
sonhar  com deuses e existirão depois que o último deus estiver morto.
São sete seres que existem, por que, no fundo de nossos corações, sabemos
que eles existem. Eles são chamados 'Os Perpétuos'.
São eles: Destino, Morte, Sonho, Destruição, as gêmeas Desejo
e Desespero e Delírio, que já foi Deleite. "
Os Perpétuos são uma família de sete entes conceituais, descritos como
"idéias envoltas em algo semelhante à carne".
Eles existem porque seres vivos inteligentes sabem que eles existem.
Diversas religiões politeístas da Terra os consideravam como deuses.
Na Grécia antiga, por exemplo, viam Sonho como Morpheus, o Deus do Sono.
Mas os Perpétuos não são deuses, pois estes deixarão de existir quando seus
adoradores e aqueles que lembram deles morrerem, enquanto os sete
irmãos sobreviverão. Mas Perpétuos é uma denominação incorreta,
porque todos se originaram há muito tempo, e seis da família serão removidos
deste plano dimensional pelo sétimo, a Morte.
Os Sem-Fim (como também são conhecidos) vivem em seus próprios reinos
astrais, que não são lugares físicos, mas realidades criadas pela consciência de
seres vivos. Cada um deles possui um emblema e uma galeria, na qual existem
retratos dos sete. Mortais são capazes de perceber apenas aspectos dessas
entidades, uma vez que elas podem aparecer em diversas manifestações.
Se um Perpétuo for morto, ele poderá reaparecer vivo em outra forma de si
mesmo, possivelmente com uma personalidade ligeiramente mudada.
Um mortal percebe os Sem-Fim de acordo com sua própria formação
cultural, ou espécie. Porém, cada um dos Perpétuos, exceto Desejo,
apresenta-se sempre no mesmo aspecto sexual:
Morte como uma fêmea e Sonho como macho, por exemplo.

 

Sonho dos Perpétuos...
Este sim é um verdadeiro enigma.
Neste aspecto (e nós percebemos
somente detalhes dos Perpétuos como
enxergamos a luz através da
minúscula faceta de uma enorme e
impecavelmente lapidada pedra preciosa),
ele é magro e esguio, com pele
tão pálida quanto a neve que cai.
Sonho acumula nomes para si da
mesma forma que outros fazem amigos;
mas pouquíssimos são os que
recebem tal título.
  

Se existe alguém mais intimo
dele, esse alguém é sua irmã
mais velha, Morte, a quem,
mesmo assim,
vê muito raramente.
De todos os Perpétuos, exceto
Destino (quem sabe?), ele é o mais
consciente e meticuloso na
execução de suas responsabilidades.
Quando a conveniência
se faz necessária, Sonho projeta
uma sombra humana.

Dentre os muitos nomes a
ele atribuidos, podemos citar:
Sandman, Morpheus, Oneiros,
Moldador, Kai'Ckul e vários
outros em linguas já esquecidas.

"Quando você sonha, algumas vezes você se lembra.
Quando você acorda você sempre esquece." (Sonho).


e_lgdeat.gif (2895 bytes)
"É apenas isto: se você vai ser humano, tem um monte de coisas no pacote. Olhos, um coração,
dias e vida. Mas são os momentos que iluminam tudo. O tempo que vc não nota que está
passando... é isso que faz o resto valer.
(Morte dos Perpétuos)"

e_death1.gif (56079 bytes)
"O grande momento da vida!"
Talvez este seja o melhor
modo de definir a irmã
mais velha de Morpheus.
Diferentemente do que se
esperava, ela não foi concebida
por Gaiman e Dringenberg
como uma figura sombria e fria,
um 'esqueleto com uma foice',
mas sim como uma bela garota,
que se veste como uma punk,
e que sempre nos passa muito
otimismo e alegria, apesar do
fardo que é o seu "trabalho".









Aliás, em se tratando deste
assunto, sem sombra de dúvida
seu irmão mais novo,  Sonho,
é muito mais mórbido e
melancólico que ela.

Ela traz sempre consigo seu
simbolo: o Ankh.
O Ankh é um simbolo muito antigo,
derivado da cultura egípcia.
Ele era encontrado sempre nos 
hieróglifos, sendo segurado pelas
divindades egípicias como se fosse uma
chave, o que nos remete ao seu
significado como "a chave dos
portões que separam a vida e a morte",
já que estes desenhos eram muito comuns
em pirâmides mortuárias dos faraós.
O Ankh é considerado um simbolo
de vida e fertilidade, o que torna ainda
mais irônico ser exatamente ele o
símbolo utilizado pela irmã mais velha.


e_death3.gif (33352 bytes)

Ela não foi a primeira a vir...
mas será a última a partir.
"Quando a primeira coisa viva existiu,
eu estava lá esperando.... Quando a última
coisa viva morrer, meu trabalho estará
terminado... Então, eu colocarei as cadeiras
sobre as mesas, apagarei as luzes, e fecharei
as portas do universo, enquanto o deixo para trás...", disse ela a Sonho.
A cada século ela vive um dia entre nós.
"Uma vez, a cada cem anos, a Morte prova
o amargo sabor da mortalidade para 
compreender melhor sua missão.
Este é o preço por ser a divisora entre
todos os vivos que já foram e os que
ainda irão."  Estas são suas próprias
palavras sobre o assunto.
Morte acompanha a cada mortal duas
vezes  na vida: no nascimento, ela fala nos fala,  mas não lembramos o que
ela diz, não se sabe o porquê;  na morte, ela nos guia a descanço eterno


"Primeiro, não esiste uma pessoa que é a morte. Segundo, a Morte é um cara alto, de rosto
ossudo, que parece um monge esquelético, com foice, ampulheta, cavalo e se liga em jogar
xadrez com escandinavos. Terceiro, ele não existe. (Sexton Furnival)



"...eu vejo as coisas como são, foram e serão.
E ele foi o senhor das coisas que não foram e jamais serão.... (Destino)


Destino é o mais velho dos Perpétuos.
No princípio havia a Palavra, e ela foi
escrita à mão na primeira página de
seu livro, antes mesmo de
ser pronunciada.
Para os olhos mortais,
Destino é, também,
o mais alto dos Perpétuos.
Alguns crêem que ele seja cego,
enquanto outros, talvez mais
sabiamente, alegam que ele tenha viajado
além  da cegueira e que, na verdade,
não possa ver nada, exceto  - enxergar -
os finos traçados espirais das
galáxias no vazio, observando os
intricados padrões da vida em sua
jornada através do tempo.
Destino cheira a séculos e a pó,
um odor que não é desagradável,
e, em suas mãos, sempre traz um
livro, preso ao seu pulso.
Sua voz é como o farfalhar de velhos
pergaminhos numa biblioteca,
tarde da noite, quando as pessoas
foram para casa e os livros
começam a ler a si mesmos.
Ele caminha eternamente por seu
jardim, onde, sempre no ponto
em que ele se encontra, podem ser  vistas
várias trilhas por onde ele poderá
seguir, mas, sempre,
apenas uma por onde ele veio.
Ele não deixa pegadas.
Ele não projeta sombra.


"Destinações frequentemente são uma
surpresa ao destinado. (Thessaly)

 

Destruição

 
Também chamado de Terceiro irmão, permaneceu desaparecido por séculos até que foi encontrado por Sonho e Delírio morando em uma casa na Terra.
Destruição preparou uma série de armadilhas e defesas de forma que não fosse encontrado por sua família, embora guardasse todos os símbolos de outros irmãos em uma galeria pessoal (poderia convocá-los quando quisesse).
Após ser encontrado, optou por não mais voltar a sua família, tornando-se um andarilho dimensional sempre procurando algo novo a se ver e aprender. Atualmente não pode ser mais localizado, e não deseja mais isso.
Destruição sempre se apresenta com o aspecto de um homem alto e forte de cabelos cor-de-fogo, em tempos passados ele usava uma armadura reluzente.
Seu símbolo é a espada.
















"Seres humanos são criaturas de Desejo. Eles se torcem e dobram como eu exijo.
Se pensasse de outra forma, eu entraria em colapso, como delírio; ou abandonaria
meu reino, como nosso irmão perdido.
(Desejo dos Perpétuos)

Só há uma coisa pra se ver no reino
crepuscular de Desejo. É o que se chama
limiar, a fortaleza do Desejo.
Desejo sempre morou no limite.
O limiar é maior do que podemos imaginar.
É uma estátua de Desejo, ele ou ela própria.
(Desejo nunca se satisfez com um único sexo.
Ou apenas uma de qualquer coisa... Exceto,
talvez, o próprio limiar.)
O limiar é um retrato do Desejo, completo em
todos os detalhes, erguido, a partir de seus
caprichos, com sangue, carne, osso e pele.
E, como toda verdadeira cidadela desde o
início dos tempos, o limiar é habitado.
O lugar só tem um ocupante neste momento.
O Desejo dos Perpétuos.
O limiar é grande demais para apenas uma
pessoa. Contém dois tímpanos maiores que
uma dúzia de salões de baile. E veias vazias e
ressonantes como túneis. É possível andar
nelas até envelhecer e morrer sem passar
novamente pelo mesmo lugar.
Entretanto, dado o temperamento de Desejo,
só há um lugar em toda a catedral de
seu corpo que lhe serve como lar.
Desejo mora no coração.
 
É improvável que qualquer retrato consiga
fazer juz a Desejo, pois vê-la (ou vê-lo)
seria o mesmo que amá-lo (ou amá-la) -
apaixonadamente, dolorosamente,
até a exclusão de tudo o mais.
Desejo exala um perfume quase subliminar
de pêssegos no verão e projeta duas sombras:
uma negra e de nítidos contornos;
a outra sempre ondulante,
como neblina no calor.
Desejo sorri em breves lampejos, da
mesma forma que o brilho do Sol reluz no
gume de uma faca. E há muito, muito mais
do gume de uma faca na essência de Desejo.
Jamais a(o) possuída(o), sempre
o(a) possuidor(a), com pele tão
pálida quanto fumaça,
e olhos   aguçados  como vinho.
Desejo é tudo o que você
sempre quis. Quem quer que seja você.
O que quer que seja você.
Tudo.

Então Desejo sorri, e esquece, pois Desejo
é uma criatura de momento." (Casa de Bonecas)


"Sonhos. O que são sonhos? Sonhos são nada, irmão. Já tenho meu gancho no coração
dele. E o que há para se entender? Ele é mortal. Nada. (Desespero dos Perpétuos)

Desespero, irmã gêmea de Desejo,
é rainha de seu próprio domínio sombrio.
Diz-se que, dispersas pelo reino de Desespero,
há uma infinidade de pequenas janelas
penduradas no vazio.
A cada janela aberta uma cena diferente se
revela. Em nosso mundo, a vista é um espelho.
Assim, quando você fita seu próprio reflexo e
nota os olhos de Desespero sobre si, é fácil
senti-la agarrando e apertando seu coração.
Sua pele é fria e pegajosa.
Seus olhos são da cor do céu, naqueles
dias cinzas e úmidos que desbotam o
significado do mundo.
Sua voz vai pouco além de um sussurro.
E, embora ela não tenha odor, sua sombra é
almiscarada e pungente, tal qual a pele
de uma cobra. .
 Muitos anos atrás,
um certo dogma religioso que,
ainda hoje existe no
Afeganistão declarou-a uma deusa,
proclamando todos os recintos vazios
como seus locais sagrados.
A seita, cujos membros se
denominavam "Os Não-Perdoados",
persistiu por dois anos,
até que seu último adepto finalmente
se suicidou, após ter sobrevivido
aos outros membros por
quase sete meses.
Desespero diz pouco, mas é paciente.










"Não ria de mim, Desejo. Não brinque comigo. Eu sei o que você está insinuando.
Mas também sei coisas que nenhum de vocês sabe. Sei muitas coisas.
Coisas sobre nós que, coisas que nem Destino sabe.Entendeu???"
(Delírio dos Perpétuos)

Delírio é a mais jovem dos Perpétuos.
Ela cheira a suor, vinho azedo,
noites tardias e couro velho.
Seu reino é próximo, e pode ser
facilmente visitado. As mentes humanas, porém, não foram feitas para
compreender seu domínio, e os poucos
que viajaram até ele conseguiram
relatar apenas fragmentos perdidos.
Sua aparência, um amontoado de
idéias vestidas no semblante da carne,
é a mais variável de todos os Perpétuos.
A forma e o contorno de sua sombra
não têm relação com a de nenhum
corpo que esteja usando.
Ela é tangível como veludo gasto.
Delírio tende a se tornar borboletas
ou peixes dourados, agora e sempre.
Alguns dizem que a grande frustração
de Delírio é saber que, apesar de ser
mais velha que as estrelas e mais antiga
que os deuses, ela continua sendo,
eternamente, a mais jovem da família,
pois os Perpétuos não medem tempo
como nós nem vêem mundos através
de olhos mortais.








O poeta Coleridge afirmou tê-la
conhecido intimamente, mas o sujeito
não passava de um mentiroso inveterado.
Portanto, devemos duvidar de
cada palavra sua.
Um dia, Delíriotambém foi Deleite.
E, embora isso tenha sido há muito
tempo, ainda hoje seus olhos têm
matizes diferentes: um é verde-esmeralda
bem vivo, salpicado de pontos prateados;
o outro é do mesmo azul que esconde
sangue dentro de veias mortais. Ela vê
o mundo de seu própria e única visão.
Os Perpétuos acreditam que apenas
Delírio sabe porquê ela mudou.
Jacques DeMolay

Jacques DeMolay

Penso verdadeiramente" — proferiu ele, "Que neste solene momento eu deva proferir toda a verdade. Ante o céu e a terra, e com todos vocês aqui como minha testemunha, eu admito que sou culpado da mais grotesca das iniquidades. Mas essa iniquidade foi eu ter mentido ao ter admitido as grotescas acusações emitidas contra a Ordem. Declaro que a Ordem está inocente. A sua pureza e santidade estão acima de qualquer suspeita. Eu admiti de facto que a Ordem era culpada. Mas unicamente assim agi para evitar contra mim as terríveis torturas — A vida foi-me oferecida, mas pelo preço da infâmia. Por este preço, a vida não vale a pena ser vivida."



TODA BRUXA TEM SEUS MISTÉRIOS...
EU TENHO OS MEUS MISTÉRIOS BEM GUARDADOS EM MEU GRIMÓRIO MENTAL.
ONDE USO COMO BÚSSULA PARA MINHAS ATITUDES!
Bruxa Jade Fênix



@@GRIMÓRIO DA BRUXA JADE FÊNIX



SER BRUXA...

SER BRUXA

Não é se reunir em um grupo de pessoas hipócritas que dizem seguir uma religião
néo-pagã; ou seja; não acreditarem em Deus. Quando tem uma dificuldade a quem
pede ajuda ? E aquele "Deus me ajude" básico ? Magia é exatamente o ato de
transformar vontade em ato; é a alquimia maior do ser humano que é transformar a
si mesmo; transformar atitudes mesquinhas, grosserias; inveja e mal humor em
"virtudes" como a calma, a paciência e o espírito puro assim como disse Deus a
Moises no monte.

SER BRUXO não é pagar taxas ou contribuições para continuar a ter ensinamentos
que nem ao menos são propriedade de quem ministra; Crowley foi um bruxo; Helena
Blavatsky, Eliphas Levi estes foram BRUXOS; Levi passou metade de sua vida como
diácono e abandonou a igreja após ter confessado seu amor "platônico" por uma
mulher e foi proibido de tornar-se um sacerdote, ele foi um BRUXO; Crowley
conviveu com demônios, ele optou por utilizar sua sabedoria para propósitos
pessoais, foi ditado como mago negro, ele foi um BRUXO. Helena foi condenada e
perseguida, fora isso foi quem criou a teosofia e adivinha ? Morreu sozinha e
abandonada, morreu dignamente paupérrima.

Disse Papus: "...mas então se entra também na via dos répobros, dos pestilentos
e dos malditos. Não podemos, assim, recomendar o caminho a quem quer que seja
porque não conduz a honras e nem à riqueza, e aquele que o tomar deverá estar,
de antemão, disposto a experimentar as três grandes expiações iniciáticas: saber
sofrer, saber abster-se e saber morrer.".

A Magia e os Mistérios de Deus terminam aonde chega a ciência, ou pode dizer-se
ao contrário? SER BRUXO não é viver na sofridão buscando exteriormente respostas
que estão apenas dentro de nós, em nosso coração, em nossa força de vontade ...
".

Conhecem os sete poderes menores dos BRUXOS ????

SAMECH - Conhecer a primeira vista o âmago da alma dos homens e os mistérios do
coração das mulheres;
HAIN - Forçar, quando lhe apraz, a natureza a revelar-se;
PHE - Prever todos os acontecimentos futuros que não dependam de um
livre-arbítrio superior;
TSADE - Prestar a todos prontamente os consolos mais eficazes e os conselhos
mais saudáveis;
COPH - Vencer as adversidades;
RESCH - Dominar o amor e o ódio;
SCHIN - Possuir o segredo das riquezas; ser sempre o amo e não o escravo. Saber
extrair o gozo mesmo da pobreza e não cair jamais na abjeção e na miséria;
THÔ - Ajuntaremos a esses três setenários que o sábio governa os dementes,
aplaca as tempestades, cura as enfermidades mediante o tato e ressuscita os
mortos.

Além destes existem os sete grandes privilégios;

SER BRUXO não é usar roupas diferentes, geralmente se usa preto, mais para que
usar preto se os ensinamentos das ondinas e das nereidas nos dizem que devemos
emitir luz e estas cores a absorvem? Para que usar roupas diferentes e cores que
se mesclam as nossas auras e terminam por fechar nossos chakras? alías, como se
faz para acelerar os chakras? e para que devem ser acelerados? SER BRUXO não é
entrar em site's de COVEN'S que nem ao menos sabem o que estão fazendo; SER
BRUXO não é culpar o mundo por seus problemas.

A Magia é a mais profanada de todas as ciências antigas. Por isso, torna-se
necessário, desde o início, transmitir rapidamente o que é e o que não é Magia.
O termo "Magia" é derivado do antigo persa magh, e significa "grande" (magnum).
Em si mesma, a Magia, contém a Kabala, a Alquimia e o Tarô.

Mesmo nos dias atuais há ainda quem confunda Magia e Gnose com prestidigitação,
alucinação, bruxaria, feitiçaria, invocações de mortos, etc. Magia não é o que
os ignorantes - letrados ou iletrados - querem que ela seja. Magia é a ciência
exata e absoluta da natureza, suas leis e seus fenômenos. Magia é a mesma Gnose
dos antigos magos - como aqueles reis magos que vieram adorar o Menino Deus, em
Belém. Magia foi a ciência de Abraão, Orfeu, Confúcio, Zoroastro, Moisés, Jesus
e muitos outros.

A civilização egípcia data de um período neptuniano amentino antiqüíssimo. A
Esfinge, que tem resistido ao curso dos séculos, é tão somente a imagem da
Esfinge Elemental da Deusa Natureza. Essa Esfinge Elemental é a Suprema Mestra
de toda a magia elemental da natureza.

Quando o Mestre chega à quinta Iniciação dos Mistérios Maiores, sete caminhos
aparecem diante dele, dentre os quais deve escolher um. A evolução dévica é um
deles. Os Devas são os Deuses dos paraísos elementais da natureza. A própria
Deusa Natureza é um Guru Deva que governa a Creação.

Agni, o Deus elemental do fogo, restaura os poderes ígneos de nossos sete corpos
através de cada uma das sete grandes Iniciações de Mistérios Maiores.

Apolo, o Deus do Fogo, guiou a civilização grega pela boca das pitonisas do
oráculo de Delfos.

Osíris e Hórus foram os grandes Deuses elementais do velho Egito. No Colégio da
Esfinge podemos estudar os grandes mistérios da magia elemental da natureza.

Os Gurus Devas trabalham com toda a natureza e com o homem. São verdadeiros
Mestres de compaixão.

Indra, Deus do Éter, Agni, Deus do Fogo, Pavana (Parbati) Deus do Ar, Varuna,
Deus da Água e Kitichi , Deus da Terra, são os Gurus Devas que governam os
paraísos elementais da Deusa Elemental do mundo.

Os Gurus Devas trabalham com o homem e com os elementais da grande natureza. Os
Gurus Devas parecem verdadeiros meninos inocentes. Vivem e brincam como meninos.
São discípulos da Esfinge Elemental da Natureza, que é a Grande Mestra desses
meninos devas. Domine isso e se autointitule BRUXA.

Magia é um exercício natural para os que sabem e para aqueles que possuem
vontade poderosa e enérgica. A rigor, não existe o sobrenatural, apenas, leis e
fenômenos desconhecidos. Milagres só existem para os ignorantes.

Quanto mais desapegado for o alquimista, mais ouro ele fará. Quanto menores
forem os interesses materiais do mago, maiores serão seus prodígios. Aqueles que
buscam a Magia para obter meios de seduzir homens ou mulheres, obter ou aumentar
a própria riqueza ou tornar os outros escravos de sua vontade, devem parar aqui
e agora. Do contrário, encontrarão morte e loucura - ou enveredarão pelos
caminhos sombrios da magia negra.

Os aspirantes da Magia devem ter em mente que a preparação do mago consiste em
obter um perfeito estado de:
- impassividade e indiferença em relação à dor e à alegria; ao poder e à
riqueza; à glória e à humilhação.
- sobriedade no pensar e no agir.
- pureza de coração e castidade científica.
- destemor e impenetrabilidade à curiosidade popular.

Não há força superior, em todo o universo, à do amor. Quanto mais próximo
estiver o mago da força do amor impessoal e divino, maior será seu poder e
maiores serão suas obras.

Assim como é possível, por meio de ginástica e exercícios físicos, obter,
desenvolver ou aumentar a força física ou a agilidade do corpo, igualmente
pode-se obter resultados análogos com o corpo da alma.

Querer é a condição básica. O querer se desenvolve com atividades, com ações
concretas. A preguiça, o comodismo, a passividade, a inércia são os maiores
obstáculos a serem vencidos. Por uma razão qualquer, o ser humano só valoriza
aquilo que é difícil. O aspirante à Magia deve estar disposto a pagar o preço
que lhe for solicitado, em forma de renúncias e disciplina de vida.

Sabe querer? Sabe transformar o seu querer em fato? Se o faz então sabe o que é
ser uma BRUXA pois ai será uma.

"Para minha extrema mortificação, fico mais sábio a cada dia" - Lorde Byron



TEXTO QUE TENHO EM MEU GRIMÓRIO

@@ GRIMÓRIO DA BRUXA JADE FÊNIX



Um beijo da Bruxa Jade Fênix

BRUXOS FAMOSOS...

OCULTISTAS FAMOSOS


Séon de Salomão - (O Grande Símbolo de Salomão, gravura de Éliphas Lévi, Magia Transcendental, edição de 1896)
Éliphas Lévi - Parte II
Lévi, tinha uma visão dualista do cosmo. Todas as manifestações do mundo visível, fossem qual fossem, mesmo sem qualquer nexo aparente, eram, apenas e tão somente, a conseqüencia visível de um eterno jogo, cujos elementos resultavam da interação de polaridades: luz e trevas, mente e matéria, o bem e o mal, o objetivo e o subjetivo.Como símbolo desta idéia, ele desenhou esta curiosa versão antropomórfica do "Seon de Salomão, hexagrama através do qual, Salomão, conforme reza a lenda judaica, podia controlar as legiões de demônios que mantinha a seu serviço.
Fascinado também pelas idéias do polonês Wronski, Éliphas Lévi mergulhou de modo obsessivo no estudo de todas as ciências ocultas: alquimia, quiromancia,fisiognomia, cartomancia,magia ritual, feitiçaria pura e simples, astrologia e quejandos.
Vasculhando as inúmeras bibliotecas de Paris em busca de grimórios e códices esotéricos, leu, com voracidade, uma enorme quantidade de textos, os mais variados possíveis e das mais variadas procedencias. Sua seletividade era quase igual a zero... Como um avestruz, engolia qualquer coisa que lhe chamasse a atenção.
Mas sua busca não parou por aí: perdeu horas e horas do seu tempo em companhia de" videntes", "adivinhos"," magos" "profetas" e desocupados amalucados de todo tipo, sempre na esperança de extrair alguma sabedoria dessas longas (e na maioria das vezes inúteis) conversas.
Uma das conclusões a que chegou, depois de toda essa pesquisa, foi a de que os antigos textos de alquimia e magia haviam sido escritos num código simbólico, e, que se conseguisse decifrá-lo, desvendaria os segredos fundamentais do Universo. Com isso, ele se tornaria o guardião de verdades espirituais muito mais importantes do que as descobertas e interpretações de seu mestre Wronski.

Experiência Sobrenatural - Apolônio de Tiana
Aplônio de Tiana Apolônio de Tiana
(Tiana, Capadócia, primórdios da era cristã - Éfeso, 97?)
Wronski morreu em 1853 e, embora lamentando o desaparecimento do amigo que lhe abrira os olhos para o ocultismo, Lévi não ficou tão profundamente abalado assim.... Nessa época, achava que já tinha superado o Mestre e sentia-se pronto para receber grandes revelações espirituais. Em 1854, um ano após a morte de Wronski, Éliphas viajou à Londres, onde se encontrou com inúmeros ocultistas ingleses, que lhe pediram revelações e prodígios. Longe de querer (ou poder) iniciá-los na magia cerimonial, isolou-se no estudo da Alta Cabala.
Havia um, contudo, que se tornou seu grande amigo: Bulwer Lytton, autor de Zanoni, Os Últimos Dias de Pompéia, A Raça Futura, etc.
Um ano mais tarde, considerou que suas pesquisas haviam avançado o suficiente para que pudesse realizar um experimento mágico de verdade, neste caso, fazer com que o espírito de Apolônio de Tiana, filósofo e taumaturgo do século I, se manifestasse de forma visível.
Segundo relato do próprio Lévi, o ritual de evocação foi precedido por três semanas de preparação e purificaçào, durante as quais ele se alimentou apenas frugalmente, isolou-se e absteve-se do sexo.Enquanto se preparava, tratou de entabular longas conversas imaginárias com o sábio em questão...Resumindo, Lévi "impregnou-se" de Apolônio até à medula....
Terminado o período probatório e preparatório, envergou seu traje cerimonial branco, colocou na cabeça uma tiara de verbena entrelaçada a uma corrente dourada, e deu início à cerimônia, queimando pedaços de carvão vegetal colocados em dois pratos de cobre. Em seguida, queimou vários tipos de incenso, pois a espessa fumaça era necessária a fim de que o espírito do filósofo pudesse "criar um suporte material" para se manifestar. Como ele próprio conta, ao começar a recitar as palavras mágicas do ritual “a fumaça se dispersou, flutuando acima do altar. Coloquei então, mais carvão e perfume nos pratos incandescentes e em seguida, na frente do altar, distingui claramente a figura de um homem de estatura acima da média, envolto da cabeça aos pés numa mortalha. Senti um frio extraordinário e, quando tentei falar com o espírito, nenhum som saiu-me da boca. Apontei então minha espada mágica para a figura e ordenei-lhe, em pensamento, que me obedecesse. O fantasma tornou-se difuso e desapareceu de repente. Quando ordenei que retornasse, percebi alguém respirando a meu lado e alguma coisa tocou-me a mão com que eu segurava a espada. No mesmo instante, meu braço paralisou-se e conclui que, por alguma razão, a espada desagradava ao espírito e voltei sua ponta para o chão, perto de mim e já no interior do círculo. Senti uma grande fraqueza em todos os membros do corpo, e uma sensação de que iria perder os sentidos tomou conta de mim, obrigando-me a sentar. Cai em profunda letargia, embora, povoada por sonhos, mas dos quais tive apenas uma lembrança confusa, quando recobrei a consciência."
Lévi planejara fazer duas perguntas ao espírito, uma em nome de certo amigo e outra em seu próprio. Embora o espírito de Apolônio não lhe tivesse dirigido a palavra, as respostas às duas questões vieram-lhe à mente. Para o amigo interessado na saúde de alguém, a resposta foi "morte". Para a sua própria pergunta (não registrada), o vaticínio também não foi nada agradável. Talvez Aplônio não simpatizasse com Lévi...
Nos dias seguintes, Lévi ainda conseguiu que Apolônio se manifestasse mais duas vezes. Em cada uma delas, o sábio tornou-se visível e transmitiu-lhe ensinamentos profundos em resposta às suas questões filosóficas, igualmente complexas. Talvez em função de critérios esotéricos ocultos, a formulação exata das perguntas e respostas não foi registrada por Lévi, tornando-se impossível avaliar a veracidade de suas alegações. Uma delas é a de que Apolônio lhe teria transmitido segredos de tal ordem, que poderiam mudar, em pouco tempo, os fundamentos e as leis da sociedade em geral, caso fossem do conhecimento de todos.
Por outro lado, Lévi desaconselha a seus leitores experiências semelhantes:" Considero esse tipo de experiência destrutivo e perigoso. Recomendo o maior cuidado àqueles que decidirem realizá-las, pois provocam enorme esgotamento físico e mental e, muitas vezes, um choque capaz de desequilibrar para sempre a saúde do indivíduo. Sobretudo se o curioso em questão for de indole superficial ou pessoa espiritual e psicologicamente despreparada, ultrapassar os limites da razão pode se revelar uma experiência insuportável." E fatal...



##  MATERIAL PARA ESTUDO DA ALTA MAGIA


@@ G R I M Ó R I O   D A   B R U X A   J A D E   F Ê N I X @@


ELIPHAS LÉVI

ELIPHAS LÉVI
(Alphonse Louis Constant)
1810 -1875
Quando se pergunta pela história do ocultismo tem muitos nomes e inumeráveis obras, e sem dúvida,  se estudarmos o ocultismo do século XIX tem um nome que ressalta por sua grande importância no ocultismo esotérico moderno: Eliphas Lévi, cujo nome verdadeiro era Alphonse Louis Constant.
Eliphas Lévi nasceu em Paris em 1810. Filho de um sapateiro desde muito jovem se sentiu atraído pela  mística, ingressando no Grande Seminário de Issy, onde cursou estudos clericais.
Como bom aluno na sua carreira clerical, passou pelo diaconato para mais tarde ser ordenado sacerdote, mas não foi por muito tempo, já que acabou expulso pela igreja devido a suas idéias heréticas e por não ter mantido o voto de castidade. Nos anos posteriores Lévi sofreu em sua pele a miséria tanto material como espiritual. Arrependido ingressou em 1839 na abadia beneditina de Solermes acreditando destinado a vida monástica, mas só permaneceu interno durante um ano, o tempo suficiente para escrever secretamente sua primeira obra, "A Bíblia da Liberdade". Obra que foi considerada como perniciosa e pecaminosa pela Audiência de Paris e pela qual foi condenado a 11 meses de prisão, sendo libertado em abril de 1842. A partir de sua liberação, atraído por seu ascetismo, começa a freqüentar bibliotecas aonde descobre com admiração os segredos do hermetismo, estudando Martines de Pascually. Já admitido  na magia e na maçonaria é animado pelo historiador maçônico Ragón a escrever uma de suas obras mais importantes, "Dogma e ritual de alta magia", a qual assina com duas letras hebraicas, iniciais do nome que utilizaria a partir deste momento: Eliphas Lévi, o equivalente hebraico de seu nome de nascimento, como ele próprio afirmava.
O Homem-microcosmo, de Cornelius Agrippa - 1530 Em março de 1854 chega a Londres aonde conhece o rosa-cruz Sir Edward Bulwer Lytton (autor de Zanoni) e entre eles cresce a amizade e motivados por sua devoção pela magia se entregam juntos a experiências místicas. Lévi se retirou durante 21 dias para um templo londrino, praticando a meditação acompanhada de uma estrita dieta vegetariana e jejuando durante duas semanas para no final aparecer diante do teúrgo Apolonio de Tiana. A partir de então sua reputação de erudito e mestre cresce rapidamente e Lévi começa a se dedicar à alquimia e a atender consultas de tarô e quiromancia. De 1865 a 1874, Lévi foi "imperador" de uma importante sociedade secreta iniciática, "Os Irmãos Maiores da Rosacruz". Entre outras coisas, a importância de Lévi para o ocultismo é o seu acerto no desenho e sua interpretação esotérica do Baphomet (vide neste site). Mais, Lévi foi o primeiro a adaptar o pentagrama invertido como símbolo material ante o espiritual, do direito. Ele fez duas ilustrações do pentagrama. Na primeira, o direito (sem inversão), desenhou um homem dentro de das cinco pontas de uma estrela, simbolizando cada um de seus membros com um dos quatro elementos - terra, ar, água e fogo - estando a cabeça representada pelo espírito, os nomes Adão e Eva escritos dentro da estrela e as letras hebraicas correspondentes à palavra Yeshua ao seu redor. Chamou o desenho de "O Homem Microcósmico".
ImportanteO Homem Vitruviano, de Da Vinci salientar aqui que alguns autores afirmam que tal figura não é de Lévi, mas de Cornelius Agrippa de Nettesheim, publicada no seu livro "De Occulta Philosophia" em 1530. Lévi apenas modificou-a, mais de 300 anos depois (a figura do homem-microcosmo ao lado direito e acima é de Cornelius Agrippa, sem as escritas de Lévi). Mas há outro detalhe, 24 anos antes de Agrippa, Leonardo Da Vinci fez um estudo o qual descobre a simetria humana, mostrada em um desenho que o chamou de "O homem Vitruviano", um sucesso na época. Da Vinci não tinha nada de ocultista, mas certamente inspirou Agrippa a pensar em uma "simetria oculta" do homem.
Na ilustração do pentagrama invertido (do lado esquerdo) Lévi Baphometdesenhou dentro da estrela invertida a cabeça de uma cabra e os nomes de Samuel y Lilith dentro e a palavra Léviatan (seria de Lévi?) ao redor. Chamou-o de Baphomet. O Baphomet completo e famoso (também chamado de Sabbatic Goat) sentado em cima de uma esfera viria mais tarde, ilustrando a capa de seu livro "A Doutrina da Alta Magia" publicado em 1855.
Ao interpretar os pentagramas formulou pela primeira vez a diferença entre o simbolismo humano-material e o divino-espiritual. Também aportou estudos sobre os 22 arcanos maiores do tarô, associando-os as letras do alfabeto hebraico e a seus aspectos divinos. Além das obras já citadas, Lévi deixou outras obras de grande importância para o esoterismo e o ocultismo, tais como "Historia da magia", "A magia transcendental" o "A chave dos mistérios", entre outras. Suas obras influenciaram a outros grandes ocultistas como Aleister Crowley, quem proclamou ser a reencarnação de Lévi.
Eliphas Lévi, cabalista, rosa-cruz e maçom, fez de suas escrituras sua vida e de sua vida magia, sendo sem dúvida um dos ocultistas mais importantes do século XIX. Lévi faleceu em 1875 com a idade de 65 anos, não sem antes de deixar um importante legado para os amantes do ocultismo.


## MATERIAL DE ESTUDO DA ALTA MAGIA

@@ GRIMÓRIO DA BRUXA JADE FÊNIX





PENSAMENTOS DE BRUXAS(OS)...




Alguns pensamentos:


Somos pioneiros tentando encontrar um novo caminho através do labirinto da tradição, das convenções e do dogma. Nossos esforços fazem parte de luta para amadurecer a concepção dos relacionamentos entre os homens e as mulheres - ou seja, entre todos. Assim, qualquer progresso na área da interação pessoal tem seu valor. Cada passo, mesmo que seja somente uma tentativa, é importante.

A magia, que os antigos chamavam de Sanctum Regnum, o santo reino, ou reino de Deus, regnum Dei, só é feita para os reis e padres; sois rei? sois padre?
Eliphas Levi - Dogma e Ritual da Alta Magia


O sacerdócio da magia não é um sacerdócio vulgar e a sua realeza nada tem a debater com os príncipes deste mundo. Os reis da Ciência são os padres da verdade, e o seu reino fica oculto para a multidão, como os seus sacrifícios e suas preces. Os reis da Ciência são os homens que conhecem a verdade e que a verdade tornou livres, conforme a promessa formal do mais poderoso dos iniciadores.
Eliphas Levi - Dogma e Ritual da Alta Magia


O homem que é escravo de suas paixões ou dos preconceitos deste mundo não poderia ser um iniciado; ele nunca se elevará, enquanto não se reformar; não poderia, pois, ser um adepto porque a palavra adepto significa aquele que se elevou por sua vontade e por suas obras... Eliphas Levi - Dogma e Ritual da Alta Magia

Toda intenção que não se manifesta por atos é uma intenção vã, e a palavra que a exprime é uma palavra ociosa.
É a ação que prova a vida, e é também a ação que prova e demonstra a vontade.
Por isto está escrito nos livros simbólicos e sagrados, que os homens serão julgados, não conforme seus pensamentos e suas idéias, mas sgundo suas obras.
Para ser é preciso fazer... Eliphas Levi - Dogma e Ritual da Alta Magia


Para lutar com vantagem contra o fantasma da morte é preciso ter-se o homem identificado com as realidades da vida !
Eliphas Levi - Dogma e Ritual da Alta Magia



...PENSAMENTOS DE BRUXAS...


@@ GRIMÓRIO DA BRUXA JADE FÊNIX